Revisão sistemática de testes de rastreio de pré-eclâmpsia
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A combinação da história materna pregressa, a fluxometria Doppler da artéria uterina no 1º e 2 º trimestres, pressão arterial média e de marcadores bioquímicos no soro materno (PAPP-A e PlGF – placental growth factor) tem-se revelado promissora no rastreio de pré-eclâmpsia precoce em populações de alto e baixo risco.
(Pedrosa C & Matias A. J Perinatal Medicine 2011; 39: 610-35)
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